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Percurso de Leitura

A Supressão do Cristianismo

Oito passos do primeiro édito contra a Igreja até ao país de portas fechadas.

8 artigos

1

O Debate de Azuchi: O Julgamento Viciado de Nobunaga e a Idade de Ouro do Japão Cristão

Em 1579, Oda Nobunaga organizou um debate teológico entre duas seitas budistas na sua cidade-castelo. Foi uma farsa, um banho de sangue e, para os missionários jesuítas que observavam dos bastidores, a melhor coisa que alguma vez lhes aconteceu.

2

O Édito de Hideyoshi: A Noite em que o Japão se Virou Contra a Igreja

Numa noite de julho de 1587, o homem mais poderoso do Japão emitiu uma ordem que dava aos missionários vinte dias para partir. Eles não partiram. Ele não a fez cumprir. As consequências levaram um século a desenrolar-se.

3

O Incidente do San Felipe: O Naufrágio que Afundou uma Missão

Em 1596, uma galera espanhola entrou a custo num porto japonês e um piloto abriu a boca. O naufrágio do San Felipe, e a fanfarronice que se seguiu, desencadeou as primeiras execuções de cristãos patrocinadas pelo Estado japonês e envenenou as relações europeias-japonesas durante uma geração.

4

O Édito de Expulsão de 1614: O Monge, o Manifesto e o Fim do Japão Cristão

Numa noite de Janeiro no Castelo de Edo, um antigo samurai tornado abade zen sentou-se para escrever o decreto religioso mais consequente da história japonesa. De manhã, o Século Cristão tinha acabado.

5

O Grande Martírio de Nagasáqui, 1622

A 10 de setembro de 1622, cinquenta e cinco cristãos foram queimados vivos ou decapitados na colina de Nishizaka enquanto uma multidão de trinta mil pessoas entoava hinos. O xogunato pretendera um espetáculo de terror. Produziu, em vez disso, um espetáculo de desafio.

6

A Rebelião de Shimabara: O Cerco que Selou o Japão

No Inverno de 1637, 37.000 camponeses famintos, muitos deles criptocristãos liderados por um profeta adolescente, fortificaram um castelo em ruínas e desafiaram o maior exército que o xogunato Tokugawa jamais reunira. O seu aníquilamento pôs fim a um século de contacto europeu.

7

Sakoku: Como e Porquê o Japão Fechou as Suas Portas

A Rebelião de Shimabara de 1637–38 selou o destino da presença europeia no Japão. Este artigo examina a cascata de éditos que levaram a dois séculos de isolamento, e porquê os Tokugawa viram o contacto estrangeiro como uma ameaça existencial.

8

Por Trás de Portas Fechadas: Como o Japão se Reinventou em Isolamento

O xogunato Tokugawa trancou o país e deixou apenas algumas janelas abertas. O que aconteceu a seguir, dois séculos de revolução interna na agricultura, no comércio, na cultura e na ciência, garantiria que, quando as portas fossem finalmente forçadas, a nação por trás delas seria tudo menos medieval.

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